
A utilização de plantas medicinais é uma prática alternativa ainda existente entre os povos, e tem tido grandes avanços nos últimos tempos. Muitos são os fatores que vêm colaborando para esses avanços econômicos e sociais. Muitas substâncias de plantas medicinais já foram patenteadas por empresas estrangeiras, porque a pesquisa com essas espécies não recebe um devido apoio. Sendo assim, as pesquisas feitas com plantas medicinais devem receber incentivos do poder público, pois, além do fator econômico, há que se destacar a importância para a segurança e preservação dos ecossistemas onde existem estas espécies.
Os trabalhos de pesquisa com plantas medicinais originam medicamentos em menor tempo e mais acessível à população, que, em geral, encontra-se sem quaisquer condições financeiras de arcar com medicamentos caros que possam ser utilizados nas necessidades de saúde, porque na maioria das vezes as matérias-primas utilizadas na fabricação desses medicamentos são importados.
Plantas medicinais, que têm avaliada a sua toxidade e sua eficiência terapêutica estão cientificamente aprovadas a serem utilizadas pela população nas suas necessidades básicas de saúde, em função da facilidade de acesso, do baixo custo e podem ser cultivadas por pessoas de condições financeiras baixas.
O uso de plantas medicinais como prática alternativa pode contribuir para a saúde das pessoas, mas deve ser parte de um sistema integral que torne a pessoa realmente saudável e não simplesmente sem doença. É muito importante ressaltar que, ao contrário dos que muitos imaginam, algumas plantas fazem mal à saúde e por isso não devemos fazer o uso indiscriminado dessa terapia.